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Menino de 10 anos cai de prédio de 10 andares e sofre apenas uma fratura no quadril

Posted by José Flávio Santos de Carvalho on 23:30
Quinta-feira, 26 de fevereiro


Ói, oia o trem, vem surgindo
de trás das montanhas azuis, olha o trem
Ói, oia o trem, vem trazendo
de longe as cinzas doVelho Aeon
Ói, já é vem, fumegando, apitando,
chamando os que sabem do trem
Ói, é o trem, não precisa passagem
nem mesmo bagagem no trem
Quem vai chorar, quem vai sorrir?
Quem vai ficar, quem vai partir?
Pois o trem está chegando, tá chegando na estação
É o trem das sete horas, é o último do sertão
Do sertão

(O trem das sete – Raul Seixas)



Há fatos que, por mais que se procure uma explicação lógica, não conseguimos entendê-los, mesmo que especialistas no assunto expliquem teorias, digam isso ou aquilo.

Isso me faz pensar nas seguintes questões: “Temos um dia determinado para chegar na vida terrena, e um dia determinado para sair dela? Como se a vida não passasse de uma grande fábrica, a qual se tem a hora exata de entrar e a hora exata de sair? Seriamos todos nós, apenas operários sendo treinados na grande fábrica-escola da vida, para continuarmos nossa missão-trabalho em outro plano espiritual? Porque alguma pessoas sofrem gravíssimos acidentes e saem ilesas, e outras sofrem apenas um acidente banal, e perdem a vida?”




Por exemplo, ontem, na cidade de São Paulo, caiu o maior “pé d’água”, ou seja, uma chuva torrencial. Só não digo um dilúvio, pois não vi a arca de Noé, por lá.  O administrador e empresas, José Paulo Machado, 47 anos, passava de carro pela Rua Tupi, no centro de São Paulo na hora do temporal, por volta das três e dez da tarde. Desempregado, o administrador tinha uma entrevista de emprego agendada nas redondezas.  A forte chuva era acompanhada de ventos intensos, raios e trovoadas.  Uma enorme árvore, de cerca de 14 metros de altura e de aspecto sadio, não aguentado a situação climática adversa, quebrou-se um pouco abaixo da bifurcação dos galhos, e caiu, levando consigo parte da fiação elétrica.  Parte dos fios ficou pendurada dentro d’água, tornando a água potencial condutora de eletricidade. Assustado com a tempestade e com a explosão provocada pelos problemas na rede elétrica, o homem, desesperado, pensando em preservar a vida, desceu do carro e, ao tocar os pés na água, levou uma descarga elétrica de 13 mil volts. Algumas pessoas ainda tentaram reanimá-lo, mas ele veio a falecer ainda no local do acidente.




Durante essa mesma tempestade, em outro ponto da cidade, no bairro do Tucuruvi, Zona Norte de São Paulo, um ônibus, lotado de passageiros, passava pela Avenida Ataliba Leonel. Segundo relatos de passageiros, o veículo trafegava em alta velocidade. O motorista perdeu o controle do veículo e bateu em um poste de iluminação pública. Com o forte impacto o poste caiu em cima do ônibus e, junto com ele, caíram dois transformadores de alta potencia. Um caiu em frente a uma casa, o outro caiu em cima do ônibus, arrebentando a lataria, atingindo o cobrador.  O susto foi grande, mas o cobrador e outros três passageiros tiveram apenas ferimentos leves, quando a probabilidade era de que todos os passageiros do ônibus, inclusive, motorista e cobrador, tivessem tido um final trágico.




Fora da tempestade na capital paulista, na tarde desta quinta-feira, 26, aqui na cidade de Campinas (SP), no Paineiras, um dos bairros de alto padrão da cidade, um garoto de dez anos, caiu do décimo andar de um prédio residencial. A criança caiu com os pés no telhado do estacionamento, provocando um grande barulho, antes de chegar ao chão. Quando as equipes do corpo de bombeiros e da polícia militar chegaram ao local, a criança estava consciente, conseguiu trocar algumas palavras com os socorristas, mas não soube explicar o motivo da queda. Após os primeiros socorros, ela foi levada no helicóptero da polícia militar, para o Hospital das Clinicas da Unicamp.

Ainda segundo informações prestadas pelos bombeiros, a criança caiu da janela de um quarto que fica na área de serviço de uma cobertura duplex, onde mora com a família. Na janela do quarto havia uma rede de proteção, mas estava cortada. No momento do acidente, somente a empregada e o garoto estavam em casa. À polícia, a empregada contou que estava em outro cômodo que fica na parte de cima do apartamento, e somente percebeu algo errado, depois que ouviu o forte barulho provocado pela queda do garoto.

No Hospital da Unicamp, após uma série de exames, os médicos atestaram que o pequeno paciente havia sofrido apenas uma fratura no quadril, apesar disso, deveria permanecer na UTI, entre doze e vinte quatro horas, apenas por precaução.

O caso está no 4o Distrito Policial de Campinas e a polícia investigará os motivos da queda.

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